Uma viagem ao passado, recordando grandes nomes do fado e da canção ligeira portuguesa, do teatro e do cinema. Uma verdadeira sessão de nostalgia.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
CARTAZ DA PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"

"O Aniversário da Tartaruga" era a história tantas vezes repetida e tantas vezes esquecida dos encontros e desencontros de um casal, vivendo apaixonadamente a sua odisseia de amor quotidiana, mas não sendo capaz de fugir aos equívocos e aos excessos que todos os casais são forçados a enfrentar. Ao fim de sete anos de casados, o casal Maria e Lourenço, têm a sua primeira zanga. Entre essa zanga e a tartaruga Caprila (uma tartaruga que acompanha pacatamente a vida desta diminuta familia pacata), estabelece-se imediatamente uma relação, pois é de sete em sete anos que se contam os aniversários das tartarugas. O resto era a peça.
EM 1971 ESTREIA A PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"

Em 1971, os empresários Vasco Morgado e Raul Solnado - empresários do teatro Villaret - apresentaram nesse teatro, a peça musical intitulada "O Aniversário da Tartaruga", da autoria de Garinei e Giovanni. "O Aniversário da tartaruga" foi um dos maiores êxitos mundiais do teatro musicado. Três anos seguidos num teatro de Madrid, dois em Roma, um em Paris e dois em Buenos Aires, foram a melhor prova de sucesso desta peça.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
ELENCO DA PEÇA "FLOR DO CACTO"
"A FLOR DO CACTO" ESTREIA EM 1967
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
MARIA DA GRAÇA CANTA "CANTANDO TUDO"
Maria da Graça nasce em 1919 em Lourenço Marques. Bem pequena, vem para Lisboa onde passa a viver. Em 1939 estreia-se na antiga Emissora Nacional. A sua carreira como cançonetista foi fulgurante, sendo interprete principalmente de ritmos brasileiros. Tornou-se na menina bonita da nossa rádio nos anos 40, e como tal a sua popularidade não podia ficar indiferente ao cinema. Por isso em 1942, é convidada por Lopes Ribeiro para o papel de Maria da Graça no filme "O Pátio das Cantigas". O curioso é que nessa altura nunca tinha ido ao Brasil, como a personagem do filme dava a entender. Um ano depois de ter protagonizado o filme "Ladrão Precisa-se!", mais precisamente em 1947, Maria da Graça parte para o Brasil em lua de mel, e aí assina um contrato com a rádio onde permanece por 3 anos. Em 1950 volta a Portugal, mas será por pouco tempo, pois em 1951 regressa ao Brasil onde fixa residência. Abre uma casa típica de nome "Adega de Évora", onde canta todo o seu reportório, nunca deixando de cantar na rádio e mais tarde na televisão. Obtém um sucesso enorme no Brasil, tendo uma legião de fãs não só brasileiros como argentinos, por isso só voltaria a Portugal nos anos 80, onde ainda edita um disco com o nome "Voltei", álbum que contem os êxitos de Maria da Graça dos anos 40. O Estado de Guanabara atribuí-lhe o o titulo de cidadã de Guanabara. Morreria em 1995 em Lisboa.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
EM 1937 ESTREIA A REVISTA "CHUVA DE MULHERES"
FOTO GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA
Em 1937 estreava no Éden Teatro, uma das revistas mais populares e de maior sucesso de sempre. Com um elenco de peso, como Maria das Neves, Álvaro de Almeida, Luísa Durão, Elisa Carreira, Arminda Martins, Herminia Silva, Lina Duval e Eugénio Salvador, o sucesso só podia ser garantido.
domingo, 1 de novembro de 2009
ELENCO DA PEÇA "UM PADRE À ITALIANA"

O Protagonista da peça era o actor cómico Camilo de Oliveira. Numa entrevista da época, Vasco Morgado dizia o seguinte: "Intenções eram as seguintes: colocar um actor de vasta audiência popular como Camilo de Oliveira numa peça que, além das suas potencialidades cómicas, tivesse um pouco mais de significado do que as «camas» nossas de cada dia teatral do ano."
Para completar o elenco, entravam na peça Aida Baptista, Linda Silva, David silva, Luís Filipe, José Bráz e José Carlos. Mais uma recordação.
A PEÇA "UM PADRE À ITALIANA" ESTREIA-SE EM 1973

No verão de 1972, estreava-se no Teatro Benavente de Madrid, a peça "Balada de los tres inocentes", da autoria de Pedro Mário Herrero. A peça teve tal sucesso que se manteve em cena durante toda a época de Inverno. Vasco Morgado, empresário sempre atento, decide escolhê-la para a apresentar em Portugal no Teatro Variedades. Assim em 1973, estreava-se a peça "Um Padre à Italiana", que na realidade era a adaptação da peça espanhola acima citada.
sábado, 31 de outubro de 2009
O TRIO IRMÃS MEIRELES CANTAM "BALADA DE COIMBRA"
Em 1943, por sugestão da poetiza Fernanda de Castro (esposa de Antônio Ferro) as irmãs Cidália; Rosária e Milita, que tinham inclinação para o canto, formaram o Trio Irmãs Meireles. Especializaram-se no folclore português, mas também cantavam fox, canções românticas, boleros e músicas norte-americanas. O trio passou a ser ensaiado e dirigido pelo maestro Tavares Belo, que fez vários arranjos vocais. Cantavam com orquestra e “a capela”, uma técnica inusitada na época.
As irmãs harmonizavam suas vozes, cantando e encantando quem quer que as ouvissem. O sucesso foi fatal. Logo chegaram convites para atuarem na Ilha da Madeira, Açores e Espanha.
As Irmãs Meireles foram formadas pelo Conservatório Nacional de Lisboa em “Arte de Representar”. Neste curso estudaram dança, encenação, arte de dizer, etc. O curso teve a duração de quatro anos. Em 1947 o trio é contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro para uma temporada de três meses, depois seguindo para São Paulo, Porto Alegre e outras cidades brasileiras. Tamanho foi o sucesso que alcançaram, que logo foram contratadas para atuarem na Argentina, Chile e Uruguai.
O trio não se limitou a fazer apenas rádio; mas entraram em vários filmes “Aqui é Portugal” - neste filme elas aparecem em várias cenas, vestindo roupa de várias regiões portuguesa e cantando números folclóricos; “Bola ao centro” e “Amor de Perdição”, onde Cidália era a ‘prima antipática’. Milita e Rosária participaram também da película “O diabo são elas”, rodada em Espanha.
Das irmãs, a que teve mais participações em filmes foi Milita. Actuou em “Um homem às direitas”, “Os vizinhos dos Rés-do-chão”, e a co-produção espanhola, “O Diabo são elas”, do húngaro Ladislau Vadja.
BIOGRAFIA GENTILMENTE CEDIDA POR THAÍS MATARAZZO
As irmãs harmonizavam suas vozes, cantando e encantando quem quer que as ouvissem. O sucesso foi fatal. Logo chegaram convites para atuarem na Ilha da Madeira, Açores e Espanha.
As Irmãs Meireles foram formadas pelo Conservatório Nacional de Lisboa em “Arte de Representar”. Neste curso estudaram dança, encenação, arte de dizer, etc. O curso teve a duração de quatro anos. Em 1947 o trio é contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro para uma temporada de três meses, depois seguindo para São Paulo, Porto Alegre e outras cidades brasileiras. Tamanho foi o sucesso que alcançaram, que logo foram contratadas para atuarem na Argentina, Chile e Uruguai.
O trio não se limitou a fazer apenas rádio; mas entraram em vários filmes “Aqui é Portugal” - neste filme elas aparecem em várias cenas, vestindo roupa de várias regiões portuguesa e cantando números folclóricos; “Bola ao centro” e “Amor de Perdição”, onde Cidália era a ‘prima antipática’. Milita e Rosária participaram também da película “O diabo são elas”, rodada em Espanha.
Das irmãs, a que teve mais participações em filmes foi Milita. Actuou em “Um homem às direitas”, “Os vizinhos dos Rés-do-chão”, e a co-produção espanhola, “O Diabo são elas”, do húngaro Ladislau Vadja.
BIOGRAFIA GENTILMENTE CEDIDA POR THAÍS MATARAZZO
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
REVISTA "O PRATO DO DIA"

Em 1970, pelas mãos de Giuseppe Bastos e Vasco Morgado estreava no Maria Vitória a Revista "O Prato do Dia". Os intérpretes eram Eugénio Salvador, José Viana, Aida Baptista, Barroso Lopes, Dora Leal, Victor Mendes e Anita Guerreiro. Os textos eram de Aníbal Nazaré e José Viana e a música de João Nobre e Carlos Dias. Mais uma recordação.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
AMÁLIA CANTA O FADO "EUGÉNIA CÂMARA"
A 26 de Dezembro de 1949, estreava no cinema Tivoli, o novo filme de Leitão de Barros, "Vendaval Maravilhoso". O filme era um co-produção com o Brasil, mas não teve a aceitação esperada. Amália Rodrigues tem neste filme um papel diferente do que costumava interpretar no cinema. Apenas canta um único fado neste filme, intitulado: "Fado Eugénia Câmara", fado que iremos recordar hoje.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
PUBLICIDADE À REVISTA "MULHERES À VELA"
REVISTA "MULHERES À VELA"

Em 1967 estreava uma nova revista no Teatro ABC, com o titulo "Mulheres à Vela", com Humberto Madeira, Aida Baptista, Ivone Silva, Óscar Acúrcio, Wilma Palmer entre muitos outros. Os textos eram de Paulo da Fonseca, César de Oliveira e Rogério Bracinha. A música era da autoria de João Nobre e João Vasconcelos. Mais uma recordação.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
ELENCO DA PEÇA "A PROMESSA"
LAURA ALVES EM «A PROMESSA»

Em 1967 estreava mais uma peça produzida por Vasco Morgado, da autoria de Bernardo Santareno, intitulada "A Promessa". Peça forte, rude e dura, peça em que os instintos mais primitivos vêm à tona, serviu para mostrar a força dramática do autor e o talento dos intérpretes. No elenco surgiam os nomes sonantes de Laura Alves, Rui de Carvalho e José de Castro nos principais papéis.
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