A 1 de Junho de 1936, estreia no cinema Tivoli o filme "O Trevo de Quatro Folhas". O filme contava no seu elenco com Beatriz Costa num duplo papel, de Manuela e Rosita, e o grande actor Nascimento Fernandes, grande nome do nosso teatro, participava tambem o actor brasileiro Procópio Ferreira. O filme era realizado por Chianca de Garcia, baseado na obra de Tomás Ribeiro Colaço. Foi o filme mais caro até à altura, custou a soma astronómica de 4000 contos. Infelizmente este é um dos chamados "filmes perdidos", pois não existe nos nossos dias qualquer cópia ou negativo. "O Trevo de Quatro Folhas" era um filme onde não faltavam canções, até porque naquela época não se compreendia um filme português sem canções. Entre as canções do filme, uma ficou célebre, passando a ser cantada por toda a gente, era "A Canção do Futebol". A canção teve tal sucesso que acabou por ser utilizada numa revista do parque mayer. Hoje iremos recordá-la.
Uma viagem ao passado, recordando grandes nomes do fado e da canção ligeira portuguesa, do teatro e do cinema. Uma verdadeira sessão de nostalgia.
domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
IRENE CRUZ, HENRIQUE SANTANA E HENRIQUE SANTOS EM "PARIS-HOTEL"
HENRIQUE SANTANA E IRENE ISIDRO EM "PARIS-HOTEL"
"PARIS-HOTEL" UMA SUPER-PRODUÇÃO DE VASCO MORGADO

Em 1965 estreava no Teatro Monumental, pelas mãos do empresário Vasco Morgado, uma verdadeira super-produção para a época, o musical “Paris-Hotel”. Cenários luxuosos, um belo guarda-roupa e um grandioso elenco contribuíram, em muito, para o enorme sucesso desta grande peça teatral. Cerca de 50 actores passavam pelos palcos, sendo o protagonista Henrique Santana. Ao seu lado entravam: Irene Isidro, Costinha, Maria Helena Matos, Henrique Santos, Irene Cruz, Nicolau Breyner, entre muitos outros.
MARIA CLARA CANTA "FIGUEIRA DA FOZ"
Maria Clara, aliás Maria da Conceição Ferreira Machado Vaz de seu nome verdadeiro, nasceu em Lisboa em 1923. A artista iniciou-se no teatro com a opereta "A Costureirinha da Sé" ao lado de António Vilar. Rápidamente torna-se numa das primeiras estrelas da rádio, tendo sido eleita representante portuguesa no Festival Internacional da Rádio, em 1953. Maria Clara gravou inúmeros discos, nos quais imortalizou canções como 'Figueira da Foz', 'Marcha do Outono', 'Ó Zé Aperta o Laço' e 'As Pedras Que Tu Pisas'. Maria Clara passou pela sétima arte, com uma pequena aparição no filme "Três Espelhos", onde aparece a cantar um belo fado.
Maria Clara, de 85 anos, foi casada com professor e médico Júlio Machado de Sousa Vaz com quem teve um filho, o psicólogo Júlio Machado Vaz.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
A PEÇA "FORJA" ESTREIA EM 1970 NO TEATRO LAURA ALVES

Em 1970 estreava no Teatro laura Alves uma peça original da autoria de Alves Redol intitulada "Forja". Peça com uma forte carga dramática era servida por um naipe de excelentes actores, tais como: Carmen Dolores, Jacinto Ramos, Sinde Filipe e vários outros. Espectáculo de Vasco Mordado, esta peça levou na sua época muitas pessoas ao Teatro Laura Alves.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
ELENCO DA REVISTA "VIRA O DISCO"
REVISTA «VIRA O DISCO»
terça-feira, 20 de outubro de 2009
CELESTE RODRIGUES CANTA «PODE SER MENTIRA»
Maria Celeste Rebordão Rodrigues, celebrizada como Celeste Rodrigues (Fundão, 14 de Março de 1923) é uma fadista portuguesa, irmã mais nova de Amália Rodrigues.
Começou a cantar naturalmente na infância, tal como fazia a irmã. Porém,seguiram caminhos diferentes no fado. Profissionalmente, começa a cantar no Casablanca, em 1951 e, desde então, vive como fadista nos bairros típicos de Lisboa. É hoje uma referência do fado castiço, ao contrário da irmã, apogeu do fado moderno, e é uma das fadistas mais antigas ainda activas, assim como Argentina Santos e Maria Amélia Proença.
Com 25 anos, casa com Varela Silva, actor português. Teve aos 17 anos, no entanto, um romance com o toureiro Zé Casimiro. Abrem prontamente uma casa de fados na Rua das Taipas: A Viela. Todavia, esta fechou as suas portas, e Celeste passou então a cantar na Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos.
Depois da Revolução dos Cravos, emigra para o Canadá, onde se divorciou do marido que lhe dera duas filhas.
Trabalhou diversas vezes com jovens artistas, alguns já com renome internacional, como Luís Guerreiro, hoje guitarrista de Mariza, e Luís Varatojo. Embora sem discografia intensa, gravou alguns êxitos como Lenda das Algas, Já é tarde e o simbólico Fado Celeste. O papel de Celeste Rodrigues no musical de Filipe Lá Féria, Amália, foi interpretado pela actriz Paula Marcelo.
Junto com outros expoentes do fado de Lisboa, foi convidada por Ricardo Pais a cantar no palco do Teatro Nacional São Carlos, no espectaculo Cabelo branco é saudade. Entre as mais célebres salas em que já actuou encontram-se a Citè de la Musique, Paris, o Auditório de Roma e a Casa da Música, no Porto.
Em 2007 integra a colectânea de fado Eles e elas, da Som Livre, entre outros grandes nomes do fado como Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Mariza, Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo ou Fernando Maurício, com o fado Fado das Queixas. O disco esteve várias semanas no top nacional de colectâneas.
O seu último trabalho discografico a ser lançado foi o CD Fado Celeste.
(FINTE WIKIPÉDIA)
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
REVISTA "CASA DA SORTE"
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
FERNANDA PERES CANTA O FADO "GOSTO DE UM MARINHEIRO"
Fernanda Peres foi uma das mais consagradas fadistas nacionais, muito popular na década de 50 e 60. Nasceu a 13 de Março de 1934 no Bairro Alto, Lisboa.
Começou a cantar desde muito jovem, com apenas 10 anos e ficou conhecida como a Miúda do Bairro Alto.
Aos 17 anos venceu o Concurso Nacional das Jovens Fadistas da Emissora Nacional que de imediato a contratou. Dona de uma excelente voz e de uma bela presença fisica estreou-se em 1952 no filme "Eram 200 Irmãos" ao lado de outros conhecidos actores como Vasco Santana, Rui de Carvalho e Humberto Madeira. Para esse filme estreou dois fados de grande sucesso da autoria de José Galhardo e Frederico Valério "Eu Gosto Dum Marinheiro" e "Eu Gosto De Ti".
A partir de 1956 começou a aparecer nos programas experimentais da RTP transmitidos em directo da Feira Popular.
Participou em 1957 no Festival da Canção Latina em génova com um êxito do seu reportório "Nem Ás Paredes Confesso".
Muito solicitada para espectáculos ao vivo por todo o país, actuou ainda nas antigas colónias portuguesas em África, nos Açores e na Madeira.
Em 1967 no auge da carreira decidiu pôr fim à vida artistica, apenas regressando em meados dos setenta para regravar os seus maiores sucessos a convite da Editora Riso e Ritmo. Neste disco tem a participação nas guitarras de Jaime Santos, nas violas de J.Santos Júnior e na direcção de orquestra de Manuel Viegas. Um singelo registo para a posteridade.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
REVISTA "SOL E DÓ"

Em 1962 estreava nos palcos do Maria Vitória a revista «Sol e Dó», da autoria de José Galhardo e João Nobre.Como atração principal surgia a grande actriz Brasileira Eva Todor, ao lado da sua compatriota Maria Helana. O elenco era de peso, como se costumava dizer: Humberto Madeira,Raul Solnado, Emílio Correia e Florbela Queirós.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
TEATRO DE REVISTA
domingo, 11 de outubro de 2009
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