Uma viagem ao passado, recordando grandes nomes do fado e da canção ligeira portuguesa, do teatro e do cinema. Uma verdadeira sessão de nostalgia.
sábado, 5 de setembro de 2009
ROSÁRIA MEIRELES NUMA GRAVAÇÃO FEITA NO BRASIL
DEDICO ESTE VIDEO A: THAÍS MATARAZZO E MIGUEL VILLA
AGRADEÇO AO BLOGUE:
http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/
CIDÁLIA MEIRELES CANTA «CANÇÃO DO MAR»
Recordemos hoje a bela voz de Cidália Meireles, que neste video canta-nos o belo fado «Canção do Mar».
DEDICO ESTE VIDEO A: THAÍS MATARAZZO E MIGUEL VILLA
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AMÁLIA RODRIGUES - O ÚLTIMO ACTO

Com a década de 90 chega a consagração de Amália. Ainda surge esporadicamente ao vivo, mas passa a ser constantemente requisitada para entrevistas, homenagens, apresentações na televisão, usufruindo do seu estatuto de verdadeira lenda viva da música nacional. A sua obra gravada é sistematicamente relançada, mas os dois discos de material novo lançados na década -- "Obsessão" e "Segredo" -- recolhem gravações de arquivo até aí inéditas.
Amália vem a falecer em Outubro de 1999, mas deixa connosco a sua música e a sua voz gravada em dezenas de discos que perpetuam a sua memória tornando-a numa autentica lenda viva portuguesa.
FIM
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
AMÁLIA E OS ANOS 80

Em 1980, Amália edita o disco “Gostava de ser quem era”, o seu primeiro álbum de material inédito em três anos, composto por dez fados originais com letras da própria Amália, escritas em sua casa durante a convalescência de uma doença.
Durante anos, Amália pensa que vai morrer vitima de uma doença que considera mortal e que de todos esconde. Nesse período de profunda tristeza, Amália grava dois discos inteiramente com versos seus, "Gostava de Ser Quem Era" e "Lágrima".
Em 1980 recebe do Presidente da Republica a condecoração de grande oficial da ordem do infante D. Henrique. Logo em seguida é homenageada pela Câmara de Lisboa.
Em 1989, comemorando os 50 anos de carreira de Amália, a EMI-Valentim de Carvalho edita “Amália 50 anos”, uma colecção de oito duplos-álbuns ou CD´s temáticos agrupando muitas das gravações de Amália para a companhia, entre os quais várias raridades e gravações inéditas.
CONTINUA...
AMÁLIA E A CONSAGRAÇÃO

A 25 de Abril de 1974, dá-se a revolução em Portugal que derruba o regime fascista. Amália, devido a um contrato que tinha para actuar na televisão espanhola, parte para Madrid no dia seguinte. Em Lisboa, a grande popularidade internacional de Amália fez com que, de imediato circulem boatos de que Amália tinha estado ligada ao regime deposto. estes boatos, irão afetar grandemente a sensibilidade de Amália. Mas a sua carreira estava londe de terminar. Apesar dos boatos, Amália aparece pouco depois no Coliseu, onde 5 mil pessoas a aplaudem de pé, provando que o seu público nunca a abandonou. A partir dessa altura, faz as mais longas tournées por Portugal, e o seu sucesso internacional continua a aumentar, fazendo espectáculos por todo mundo.
CONTINUA...
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
AMÁLIA NO JAPÃO

Em inícios da década de 1970, Amália canta pela primeira vez no Japão, na cidade de Tokyo. E até mesmo este país, apesar de tão longínquo e com uma cultura tão diferente, se rende ao fascínio de Amália . O sucesso é tal que Amália faz várias tournées pelo Japão, visitando outras cidades. Todos os seus discos são editados nesse país. E todos os seus espectáculos nesse país vão se encontrar sempre completamente esgotados.
Em 1972 no Brasil, estreia-se no Canecão do Rio de Janeiro "Um Amor de Amália", onde pela primeira vez, num espectáculo organizado, Amália canta e conta histórias da sua vida.
CONTINUA...
AMÁLIA E OS ANOS 70

Em 1970, Amália atinge o auge da sua carreira discográfica em "Com que Voz" onde, sempre com música de Alain Oulman, canta alguns dos maiores poetas da língua portuguesa. Este disco conquista para Amália os mais importantes prémios da indústria discográfica: IX Prémio da Critica Discográfica Italiana (1971), o Grande Prémio da Cidade de Paris e o Grande Prémio do Disco de Paris (1975). Em Janeiro de 1970, Amália parte para Roma para actuar no Teatro Sistina em Roma. O sucesso foi tal que o fenómeno "Amália" se espalha por Itália.
CONTINUA...
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