Uma viagem ao passado, recordando grandes nomes do fado e da canção ligeira portuguesa, do teatro e do cinema. Uma verdadeira sessão de nostalgia.
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sábado, 10 de outubro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
MILÚ - A ÚLTIMA HOMENAGEM

FOTO GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA
A 10 de Maio de 2007, Milú é condecorada pelo Presidente da República Cavaco Silva com a Ordem de Santiago de Espada pelo seu mérito artístico, numa festa em sua homenagem. Milú ficou sensibilizada com tal reconhecimento do público que nunca a esqueceu. A actriz confessou na altura: "Sinto-me feliz, porque fui alguém nesta terra e queria ter sido ainda mais”.
Milú acabou por falecer aos 82 anos de idade, a 5 de Novembro de 2008.
MILÚ - O REGRESSO A PORTUGAL
Após uma ausência de 8 anos no Brasil, onde práticamente não trabalhou, Milú regressa e aparece novamente no cinema no filme "O Diabo era Outro", ao lado de António Calvário. O filme não teve grande aceitação do público, e Milú virou-se mais para o teatro. Surge assim em 1970 na peça "A Casa das Cabras", peça que consegue obter um êxito aceitável. A partir daí volta aparecer em peças tais como: "Quarenta Quilates" e "Uma Cama para Toda a Gente" ambas em 1971; a revista "Lisboa Acordou" em 1975 e "Meninos, Vamos ao Vira" em 1978. Nesse mesmo ano, volta a filmar pelas mãos de José Fonseca e Costa no filme "Kilas, o Mau da Fita", ao lado do saudoso Mário Viegas. Com este filme, Milú afasta-se definitivamente da vida artística.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
MILÚ - NA REVISTA "A VIDA É BELA"

No teatro, Milú continua a demonstrar todo o seu talento aparecendo em 1958 pelas mãos do empresário Vasco Morgado, na peça "Gigi" no Teatro Monumental. No Capitólio, aparece em 1960 na revista "A Vida É Bela", ao lado de Raúl Solnado, Humberto Madeira e Carlos Coelho. A revista foi um sucesso. Nesse mesmo ano parte para Espanha, para ser a vedeta convidada na revista espanhola "Ven y Ven". É nesta altura que Milú é convidada para ir para Hollywood, mas acaba por recusar. Volta a casar, e mais uma vez desiste da carreira artística, indo viver para o Brasil durante oito anos.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
MILÚ NO TEATRO
Em 1953 integra a revista "Agora é que são Elas", que devido ao seu sucesso, acaba por ser filmada e estreada no cinema no ano seguinte. Em 1956, surge duplamente no teatro e no cinema, no teatro aparece na revista "Não Faças Ondas" onde cria o grande sucesso que foi a canção "Lisboa à Noite", e no cinema surge no filme de Manuel Guimarães "Vidas Sem Rumo". Ainda em 1953, aparece numa peça com uma forte componente dramática, a peça "A Irmã S. Sulpicio",estreada no teatro Apolo, ao lado do mestre Alves da Cunha, Fernando Curado Ribeiro, Berta de Bívar, Carlos Coelho, Raúl Solnado, Maria Bastos entre muitos outros. Em 1957 volta ao cinema na comédia romântica "Dois Dias no Paraíso".
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
MILÚ - A ETERNA NAMORADINHA DOS PORTUGUESES

Após o sucesso de "O Leão da Estrela", Milú continuou a dedicar-se ao cinema. Voltou em 1949 com o filme "A Volta do José do telhado", filme de Armando de Miranda, onde contracena pela primeira vez com Virgílio Teixeira. Em 1950, regressa à comédia pelas mãos de Arthur Duarte, com o filme "O Grande Elias". Em 1952, surge no filme de Perdigão Queiroga "Os Três da Vida Airada". É precisamente neste ano, durante as filmagens de “Os três da Vida Airada”, em que contracena com Vasco Morgado e Eugénio Salvador, que estes convidam-na para fazer revista, e é assim que Milú se estreia no teatro com a revista “A Rosa Arredonda a Saia”.
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domingo, 9 de novembro de 2008
MILÚ E LADISLAO VAJDA EM ESPANHA
Mas, o apelo do público é mais forte e dois anos depois divorcia-se e regressa ao cinema. O seu regresso dá-se em Espanha, pois recebe um convite de Ladislao Vajda, o mesmo realizador de “Doze Luas de Mel”, para voltar a protagonizar um filme seu, “Barrio” ou “Viela, Rua Sem Sol”. Antes disso, ainda tem tempo para cantar uma canção numa cena do filme que Arthur Duarte se encontra a realizar nessa altura em Espanha, o filme “É Perigoso Debruçar-se”. Depois desses filmes, regressa a Portugal e volta a filmar ás ordens de Arthur Duarte, na comédia “O Leão da Estrela”.
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MILÚ E O CASAMENTO
Forma um quarteto musical com a Maria da Graça e as Irmãs Remartinez, quarteto que obtém bastante sucesso na altura. Recebe um convite para ir para Espanha filmar o filme “Doze Luas de Mel”, filme de grande sucesso em Espanha, onde recebe um prémio pelo seu excelente desempenho. Recebe uma proposta para ir trabalhar para Hollywood, mas recusa. De regresso a Portugal, decide casar e devido aos ciúmes de seu marido opta por abandonar a vida artística. O seu casamento é o acontecimento do ano, juntando á volta da igreja milhares de pessoas que vão com o intuito de ver ao vivo a Diva do nosso cinema.
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sábado, 8 de novembro de 2008
MILÚ - DE MENINA DA RÁDIO A DIVA DO CINEMA

Com 13 anos de idade, Milú é convidada para se estrear na Emissora Nacional. Rápidamente passa a ser conhecida como a menina da rádio. O seu sucesso é tal, que em 1942 é capa de uma das revistas mais vendidas da altura, "O Século Ilustrado". Aliás, é graças a essa foto publicada nessa revista, que Arthur Duarte, que na altura andava à procura de uma jovem para protagonizar o seu próximo filme "O Costa do Castelo", a escolhe para interpretar esse papel. Milú aceita o convite, e torna-se assim na menina querida dos portugueses, ao viver a doce e meiga Luísinha de "O Costa do castelo". O filme é um sucesso de bilheteira, e tanto o público como a crítica rendem-se perante o talento e a beleza de Milú.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008
MILÚ - CAPA DE REVISTA

Um dia, uma amiga de casa, ligada ao mundo do teatro, Georgete Ribeiro, convida Milú para a acompanhar ao teatro para ver a peça “Chuva de Mulheres”. A vedeta dessa revista, a popular Maria das Neves, num dos números dessa revista em que cantava uma bela canção do palco, ao ouvir a voz de Milú, vem-na buscar á plateia e leva-a para o palco para ela também cantar. Salvador achou imensa graça, e junto com Almeida Amaral resolvem escrever uma fantasia infantil, “O Preto Mazalipatão”, que marca a estreia de Milú no Teatro. A peça é um sucesso. Depois desse êxito, o Governador do Governo Civil de Lisboa da altura, Lobo da Costa, que havia montado um pequeno teatro “Trutas e Tretas”,no parque Eduardo VII, para ajudar os pobres do governo civil, convida Milú para participar nesse projecto, e onde ela passa a cantar canções famosas, imitando as grandes vedetas da altura. O reconhecimento vai aumentando e certo dia, com apenas 12 anos de idade, é convidada por Beatriz Costa e Chianca de Garcia para um pequeno papel no filme "Aldeia da Roupa Branca".
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
MILÚ - VEDETA DE CINEMA

Maria de Lourdes de Almeida Lemos, de seu nome verdadeiro, nasce em Lisboa a 24 de Abril de 1926. Desde pequenina sempre mostrou um imenso desejo de cantar. Com apenas seis, sete anos de idade, aproveitando a ausência da mãe, veste-se com as suas roupas, e vai para a varanda cantar para os vizinhos, no Bairro das Colónias onde vivia. Ouve com entusiasmo as emissões infantis da Rádio Graça, e um dia telefona para lá, sem dizer nada à família. Pergunta o que era preciso fazer para poder ir lá cantar. Faz-se sócia e certo dia, já com 9 anos, ganha coragem, convence a sua mãe e vai aos estúdios da rádio cantar. Canta uma famosa canção da época, agrada imenso e passa a ser incluída regularmente nas emissões. Adopta o nome artístico de Milú, carinhoso diminuitivo com que era chamada em casa. Depois da Rádio Graça, passa para a Rádio Sonora, onde passa a cantar nas emissões do tio luís, programa infantil da época. Começa a cantar não só em português, mas também em francês e Inglês. Torna-se assim rápidamente conhecida, começando a ser convidada para festas de beneficência.
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