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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

sábado, 26 de setembro de 2009

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

HERMINIA SILVA - A FADISTA DO POVO


Em 1980, Herminia Silva é condecorada com a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa; em 1985 recebe a Comenda da ordem do Infante D. Henrique; Em 1990 recebe a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e em 1993, pouco tempos depois da sua morte, uma das ruas de Lisboa, cidade que a viu nascer, recebe o seu nome.
Herminia Silva despede-se do palco da vida, no dia 13 de Junho de 1993, mas para sempre será recordada como a Fadista do Povo.

HERMINIA SILVA - CAPA DE REVISTA


Os jornais passam a encher páginas e as revistas a trazerem na capa noticias de Herminia Silva. O seu enorme talento é reconhecido por todos. Para sempre ficaram fados que a imortalizaram: "Velha Tendinha"; "Rosa Enjeitada"; "Marinheiro Americano"; "A Casa de Mariquinhas", entre tantos outros. Após o sucesso no teatro, Herminia chega ao cinema em 1938 com o filme "Aldeia da Roupa Branca" de Chianca de Garcia; em 1943 regressa em "O Costa do Castelo", de Arthur Duarte; e em 1946 interpreta o papel de uma cigana no filme de Henrique Campos, "Um Homem do Ribatejo", onde canta o célebre "Fado da Sina"; em 1949 entra no filme "Ribatejo" e finalmente em 1969, despede-se do cinema com o filme "O Diabo era Outro", de Constantino Esteves.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2008

HERMINIA SILVA - PARTE V


Rápidamente começam a chover convites para actuar fora de Portugal, mas o seu bairrismo e o medo de andar de avião, levam-na a declinar tais convites. Ainda assim, visitou as regiões autómanas, onde foi aclamada como rainha, bem como ao Brasil. É precisamente neste país, que Herminia tem um êxito estrondoso.Em Portugal, Herminia Silva passa a ser conhecida como «fadista do povo».

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

HERMINIA SILVA - PARTE IV


A partir daí, seguiram-se um sem número de revistas, operetas e peças declamadas, sempre com um êxito enorme. Peças tais como: "Rosa Cantadeira", opereta em 1933; a revista "O Zé dos Pacatos" em 1934; a opereta "Coração de Alfama" em 1935; a revista "Arre Burro" em 1936; "Chuva de Mulheres" em 1937; a revista "Sempre em Pé" em 1938; a revista "Na Ponta da Unha" em 1939; a revista "A Desgarrada" em 1941; a revista "Boa Nova" em 1942; a opereta "Rosa Cantadeira" em 1944; a revista "Ora Agora Viras Tu" em 1949; a revista "Lisboa Antiga" em 1953, e estas são apenas algumas das peças que contaram com o nome de Herminia Silva no seu elenco.

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HERMINIA SILVA - PARTE III


O nome de Herminia Silva logo ficou conhecido de toda a gente. Começou a cantar no final das sessões de cinema, sempre com bastante êxito. É contratada pelo restaurante "Valente das Farturas", no Parque Mayer, local frequentado pelos grandes nomes do teatro de revista, que lá iam para a ouvir cantar. Ganhava na altura 55 escudos por dia, salário bem alto para aqueles dias. Em 1926, devido á sua gravidez, perde a voz e deixa de cantar. Mas rápidamente recupera a sua voz, e em 1932 estreia-se no teatro na opereta "Fonte Santa". Tinha conseguido realizar o seu sonho.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

HERMINIA SILVA - PARTE II


Em 1925, aos 18 anos de idade, o apelo artístico impôs-se e Herminia Silva inscreve-se como amadora dramática no Grupo dos Leais Amigos. Quase todos os papíes que ai representa são papéis dramáticos, nada a ver com a sua personalidade, mas o gosto pelo teatro e o desejo de actuar, levam-na a aceitar tais papéis. O início da sua careira aconteceria verdadeiramente em 1926. É convidada pelo empresário Júlio Machado para o acompanhar numa tourné pela província. Quando regressa já era cabeça de cartaz.

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HERMINIA SILVA - A VOZ CASTIÇA DO FADO


Herminia da silva Leite Guerreiro, nasceu em Lisboa a 23 de Outubro de 1907, no Hospital de S. José. Cresceu no castelo, bairro típico de Lisboa, desenvolvendo aí o seu espiríto jocoso, a veia cómica e uma linguagem pitoresca, que se tornará a sua marca registada. Desde bem jovem que sempre gostou de cantar, por isso cantava em sua casa e a sua voz percorria todo o bairro. Certo dia, Armandinho, famoso guitarrista da época, não hesitou em bater-lhe á porta com convites para gravar para uma editora um fado cantado por si. Tinha 12 anos de idade, e na altura achou por bem recusar o convite. Continua assim a cantar nos bailaricos, e torna-se aprendiz de modista.

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