A 1 de Junho de 1936, estreia no cinema Tivoli o filme "O Trevo de Quatro Folhas". O filme contava no seu elenco com Beatriz Costa num duplo papel, de Manuela e Rosita, e o grande actor Nascimento Fernandes, grande nome do nosso teatro, participava tambem o actor brasileiro Procópio Ferreira. O filme era realizado por Chianca de Garcia, baseado na obra de Tomás Ribeiro Colaço. Foi o filme mais caro até à altura, custou a soma astronómica de 4000 contos. Infelizmente este é um dos chamados "filmes perdidos", pois não existe nos nossos dias qualquer cópia ou negativo. "O Trevo de Quatro Folhas" era um filme onde não faltavam canções, até porque naquela época não se compreendia um filme português sem canções. Entre as canções do filme, uma ficou célebre, passando a ser cantada por toda a gente, era "A Canção do Futebol". A canção teve tal sucesso que acabou por ser utilizada numa revista do parque mayer. Hoje iremos recordá-la.
Uma viagem ao passado, recordando grandes nomes do fado e da canção ligeira portuguesa, do teatro e do cinema. Uma verdadeira sessão de nostalgia.
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domingo, 25 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
BEATRIZ COSTA - A ETERNA MENINA DA FRANJA

Após o seu retiro, Beatriz Costa divide-se entre Portugal e o Brasil. Evita sempre entrevistas e aparecer em publico, só voltando aparecer após o 25 de Abril. Nessa altura, encorajada pela esposa de Jorge Amado, Zélia Amado, decide editar um livro de memórias. É assim lançado em 1975 o livro «Sem Papas na Lingua». Os livros seguintes foram: «Quando os Vascos eram Santanas, e Não Só», «Mulher Sem Fronteiras», «Nos Cornos da Vida» e «Eles e Eu». Os livros são todos eles um sucesso de vendas, devido em muito à sua lingua afiada e ao seu jeito castiço e popular. Entretanto fixa residência no Hotel Tivoli, ondec permanecerá até à sua morte. A 15 de Abril de 1996, Beatriz Costa despedia-se definitivamente do palco e da vida, aos 88 anos de idade. Fez precisamente ontem 13 anos que Beatriz Costa nos deixou. Mas ficará para sempre na nossa memória como a eterna menina da franja.
BEATRIZ COSTA - O REGRESSO AO TEATRO

Beatriz Costa casa-se em 1947 com o Brasileiro Edmundo Gregorian, mas o casamento só durará dois anos. Em 1949 regressa a Portugal e reaparece em grande na revista «Ela aí Está», no teatro Avenida. A sua vivacidade e a sua alegria contagiam rápidamente o público que nunca a tinha esquecido. Mas apesar de todo o sucesso da revista, Beatriz Costa volta a afastar-se da vida artística, só reaparacendo 7 anos mais tarde, em 1956, pelas mãos de Eugénio Salvador, na revista: «O Reboliço». As suas revistas seguintes só serviram para consolidar o seu sucesso como actriz popular. Em 1957 faz «Toca a Música», em 1958 «Com Jeito Vai», em 1959 «Champanhe Saloio», e finalmente despede-se dos palcos com o grande sucesso que foi «Está Bonita a Brincadeira».
CONTINUA...
quarta-feira, 8 de abril de 2009
BEATRIZ COSTA NO CINEMA

Ao longo da década de trinta, Beatriz Costa protagoniza três filmes, que vão ser precisamente aqueles que mais sucesso fazem. Em 1933 faz o papel de Alice no filme «A Canção de Lisboa» de Cotinelli Telmo, ao lado de Vasco Santana, António Silva e Teresa Gomes. Três anos mais tarde regressa ao cinema com o filme de Chianca de Garcia, «O Trevo de Quatro Folhas», onde pela primeira vez representa um duplo papel, o de Rosita e Manuela, ao lado de dois grandes actores teatrais, o brasileiro Procópio Ferreira e Nascimento Fernandes. Em finais de 38, Beatriz Costa despedia-se do cinema com o papel que mais a marcou no cinema, o da lavadeira Gracinda, no filme «Aldeia da Roupa Branca». Em 1939, Beatriz Costa parte numa «touneé»ao Brasil onde tinha grande popularidade, e inesperadamente fica por lá.
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segunda-feira, 2 de março de 2009
BEATRIZ COSTA - VEDETA DE REVISTA

A partir daí Beatriz Costa não para de acumular sucesso atrás de sucesso. Entra em inumeras revistas tais como: «Lua Cheia» e «Santo António» ambas em 1934; «Há Festa na Mouraria» e «Arre Burro», esta ao lado do saudoso Vasco santana, ambas em 1936; «Água vai» em 1937; «Sempre em Pé» e «Ó Meu rico S. João», ambas em 1938;e termina a década com a revista «É Real!». Grande criadora de tipos populares, Beatriz Costa torna-se a grande vedeta do teatro de Revista na década de 30. Este sucesso leva a que Beatriz Costa seja convidada para entrar no mundo do cinema.
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domingo, 25 de janeiro de 2009
BEATRIZ COSTA NA REVISTA «O MEXILHÃO»

Em 1929, Beatriz Costa alcança o seu primeiro grande sucesso, ao criar ao lado do actor Álvaro Pereira, o dueto D. Chica e Sr. Pires, na revista «Pó de Maio».
Depois ingressa numa companhia de revistas que explorava o Teatro Variedades, sendo a de maior sucesso a revista «O Cavaquinho» em 1930. É graças à sua popularidade que é convidada no ano seguinte, para ir a Paris para filmar ao lado do actor Estêvão Amarante a versão portuguesa do filme «Her Wedding Night», que em Portugal teve o titulo de «A Minha Noite de Núpcias».
É nesse mesmo ano que Beatriz Costa é consagrada como vedeta de revista, ao criar a figura de um gaiato que vende nas ruas de Lisboa o “Burrié”, na revista «O Mexilhão». A revista foi tal sucesso que se manteve oito meses em cena, com salas completamente esgotadas.
CONTINUA…
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
BEATRIZ COSTA - A ETERNA MENINA DA FRANJA

Beatriz da Conceição, de seu nome verdadeiro, nasceu em 1907 numa região saloia, passando por uma infância com bastantes privações. Estreia-se no teatro em 1923, como corista, na revista «Chá e Torradas». Rápidamente faz-se notar e integrada já numa companhia de pretigio, é convidada para ir ao Brasil numa digressão dessa companhia. Quando regressa a Portugal, já regressa como actriz, e estreia-se assim na revista «Ditosa Pátria» em 1925.Em 1927 surge na revista »Sete e Meio» com o corte de cabelo que a acabaria por popularizar, ficando assim para sempre conhecida como a menina da franja.
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