segunda-feira, 30 de novembro de 2009

EM 1934 ESTREIA A FANTASIA MUSICAL «FIM DO MUNDO»



A 3 de Novembro de 1934, estreava no Coliseu dos Recreios, a grande fantasia musical, intitulada «Fim do Mundo». O elenco era composto pela brasileira Vanise Meireles, Carlos Leal, Ercília Costa,Ema de Oliveira, Elisa de Guisette, Joaquim Prata entre muitos outros. A peça foi um enorme sucesso na época. Mais uma recordação.

domingo, 29 de novembro de 2009

PEÇA «JOÃO NINGUÉM»


Além de Mirita Casimiro, entravam na peça os actores: Leonor D'Eça, Elvira Velez, Tarquinio Vieira, Reginaldo Duarte, Rosina Rego entre muitos outros.

MIRITA CASIMIRO É A INTÉRPRETE PRINCIPAL DA PEÇA «JOÃO NINGUÉM»


Em 10 de Outubro de 1914 nasceu, em Viseu, Maria Zulmira Casimiro de Almeida. O seu pai foi o famoso cavaleiro tauromáquico José Casimiro. Os seus irmãos Manuel e José eram praticantes da mesma arte.
Apesar de ter ficado para a posteridade como a "Maria Papoila", ela foi muito maior nos palcos, onde se estreou profissionalmente em 1935, na revista "Viva a Folia", cantando alguns números e integrada na Companhia de Maria das Neves, no Teatro Maria Vitória.
Já desde miúda que cantava e encantava a família e os amigos. Em Lisboa conquistou o público ao interpretar canções tradicionais da Beira Alta, envergando a capucha castanha, feita de burel, das serranas e exibindo a pronúncia da região de Viseu. No ano seguinte fez um aplaudido travesti na peça "João Ninguém" e rapidamente obteve sucesso em revistas e operetas. Em 1941 casou com Vasco Santana e formou uma dupla de enorme êxito. Alguns anos mais tarde e depois de uma dolorosa e algo escandalosa separação, Mirita, passou a ser mal vista, no meio teatral e a sua carreira começou a desmoronar-se. Em Março de 1956 tentou a sua sorte no Brasil, para onde foi trabalhar e viver, sem grande nota. No ano de 1964 voltou a Portugal para trabalhar no Teatro Experimental de Cascais. Em Janeiro de 1966, inaugurou uma nova fase do seu trabalho, estreou-se em "A Casa de Bernarda Alba", de Frederico Garcia Lorca.
Voltou ao teatro mais popular e apesar de ter participado em vários projectos vocacionados para a fazer brilhar,desde "A Maluquinha de Arroios" em 1966 e "O Comissário de Polícia" em 1968, não conseguiu recuperar o anterior fulgor.
A fatalidade bateu-lhe á porta, em 12 de Novembro de 1968, no Porto onde sofreu um grave acidente de viação. Impossibilitada de voltar ao palco e deprimida acabou por desistir de viver, em 25 de Março de 1970, na sua residência em Cascais.

EM 1936 ESTREIA A COMÉDIA "JOÃO NINGUÉM"


Em 1936, estreava a comédia de sucesso «João Ninguém», da autoria do espanhol Carlos Arniches e adaptada por Alberto Barbosa e José Galhardo. A intérprete principal cabia à actriz Mirita Casimiro.

domingo, 15 de novembro de 2009

CARTAZ DA PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"


"O Aniversário da Tartaruga" era a história tantas vezes repetida e tantas vezes esquecida dos encontros e desencontros de um casal, vivendo apaixonadamente a sua odisseia de amor quotidiana, mas não sendo capaz de fugir aos equívocos e aos excessos que todos os casais são forçados a enfrentar. Ao fim de sete anos de casados, o casal Maria e Lourenço, têm a sua primeira zanga. Entre essa zanga e a tartaruga Caprila (uma tartaruga que acompanha pacatamente a vida desta diminuta familia pacata), estabelece-se imediatamente uma relação, pois é de sete em sete anos que se contam os aniversários das tartarugas. O resto era a peça.

EM 1971 ESTREIA A PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"


Em 1971, os empresários Vasco Morgado e Raul Solnado - empresários do teatro Villaret - apresentaram nesse teatro, a peça musical intitulada "O Aniversário da Tartaruga", da autoria de Garinei e Giovanni. "O Aniversário da tartaruga" foi um dos maiores êxitos mundiais do teatro musicado. Três anos seguidos num teatro de Madrid, dois em Roma, um em Paris e dois em Buenos Aires, foram a melhor prova de sucesso desta peça.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

INTÉRPRETES DA PEÇA "FLOR DO CACTO"

ELENCO DA PEÇA "FLOR DO CACTO"


No elenco surgiam os nomes de Laura Alves no papel de Estefânia e Paulo Renato no papel de Julião. Para completar apareciam ainda os actores Ângela Ribeiro, Rui Mendes, Alina Vaz, Carlos José Teixeira e Alda Pinto.

"A FLOR DO CACTO" ESTREIA EM 1967


Hoje recordámos mais uma grande peça levada a cabo por Vasco Morgado no Teatro Monumental, "A Flor do Cacto". Peça da autoria de Barillet e Gredy, foi traduzida por Jerónimo Bragança e encenada por Manuel dos Santos Carvalho.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

MARIA DA GRAÇA CANTA "CANTANDO TUDO"

video

Maria da Graça nasce em 1919 em Lourenço Marques. Bem pequena, vem para Lisboa onde passa a viver. Em 1939 estreia-se na antiga Emissora Nacional. A sua carreira como cançonetista foi fulgurante, sendo interprete principalmente de ritmos brasileiros. Tornou-se na menina bonita da nossa rádio nos anos 40, e como tal a sua popularidade não podia ficar indiferente ao cinema. Por isso em 1942, é convidada por Lopes Ribeiro para o papel de Maria da Graça no filme "O Pátio das Cantigas". O curioso é que nessa altura nunca tinha ido ao Brasil, como a personagem do filme dava a entender. Um ano depois de ter protagonizado o filme "Ladrão Precisa-se!", mais precisamente em 1947, Maria da Graça parte para o Brasil em lua de mel, e aí assina um contrato com a rádio onde permanece por 3 anos. Em 1950 volta a Portugal, mas será por pouco tempo, pois em 1951 regressa ao Brasil onde fixa residência. Abre uma casa típica de nome "Adega de Évora", onde canta todo o seu reportório, nunca deixando de cantar na rádio e mais tarde na televisão. Obtém um sucesso enorme no Brasil, tendo uma legião de fãs não só brasileiros como argentinos, por isso só voltaria a Portugal nos anos 80, onde ainda edita um disco com o nome "Voltei", álbum que contem os êxitos de Maria da Graça dos anos 40. O Estado de Guanabara atribuí-lhe o o titulo de cidadã de Guanabara. Morreria em 1995 em Lisboa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ELENCO DA REVISTA "CHUVA DE MULHERES"

EM 1937 ESTREIA A REVISTA "CHUVA DE MULHERES"


FOTO GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA

Em 1937 estreava no Éden Teatro, uma das revistas mais populares e de maior sucesso de sempre. Com um elenco de peso, como Maria das Neves, Álvaro de Almeida, Luísa Durão, Elisa Carreira, Arminda Martins, Herminia Silva, Lina Duval e Eugénio Salvador, o sucesso só podia ser garantido.

domingo, 1 de novembro de 2009

ELENCO DA PEÇA "UM PADRE À ITALIANA"


O Protagonista da peça era o actor cómico Camilo de Oliveira. Numa entrevista da época, Vasco Morgado dizia o seguinte: "Intenções eram as seguintes: colocar um actor de vasta audiência popular como Camilo de Oliveira numa peça que, além das suas potencialidades cómicas, tivesse um pouco mais de significado do que as «camas» nossas de cada dia teatral do ano."
Para completar o elenco, entravam na peça Aida Baptista, Linda Silva, David silva, Luís Filipe, José Bráz e José Carlos. Mais uma recordação.

A PEÇA "UM PADRE À ITALIANA" ESTREIA-SE EM 1973


No verão de 1972, estreava-se no Teatro Benavente de Madrid, a peça "Balada de los tres inocentes", da autoria de Pedro Mário Herrero. A peça teve tal sucesso que se manteve em cena durante toda a época de Inverno. Vasco Morgado, empresário sempre atento, decide escolhê-la para a apresentar em Portugal no Teatro Variedades. Assim em 1973, estreava-se a peça "Um Padre à Italiana", que na realidade era a adaptação da peça espanhola acima citada.