quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

HENRIQUE SANTANA NA COMÉDIA «MILIONÁRIO CON YATE Y AMERICANA»


Henrique Júlio Martins Santana - Encenador e autor dramático português nascido em 1924 (7 de Maio), em Lisboa, e falecido em 1995 (1 de Julho), na mesma cidade.
Filho do grande actor Vasco Santana, a sua carreira teatral como actor e autor foi assinalada por grandes êxitos, dos quais a comédia «Milionário con Yate y Americana», que hoje recordámos.

sábado, 26 de dezembro de 2009

EM 1973 ESTREAVA A REVISTA «TUDO A NU»


Em 1973 estreava no Teatro ABC a revista "Tudo a Nu", levada a cabo pelo empresário Sérgio de Azevedo e escrita por Francisco Nicholson e Mário Alberto. A revista foi um enorme sucesso de crítica e de público, mesmo que alguns números tenham sido cortados pela censura. Mas em 1974, após o 25 de Abril, já com a liberdade, é finalmente reestreada a mesma revista, com alguns números novos, e com o novo títiulo: «Tudo a Nu, Com Parra Nova". O elenco mantinha-se o mesmo: Anabela; Francisco Nicholson; Henrique Viana; Aida Baptista; Rui Mendes; Maria Tavares e com a presença especial de Vitória Maria e José Bravo, duas belas vozes da canção portuguesa. Mais uma grande recordação.

domingo, 13 de dezembro de 2009

ELENCO DA PEÇA "POBRE MILIONÁRIA"



Para completar o elenco, surgiam os nomes de Rui de Carvalho, Paulo Renanto, Carlos José Teixeira, Canto e Castro, Armando Cortêz, Alina Vaz e Fernanda Alves.

"POBRE MILIONÁRIA" ESTREIA EM 1970



Em 1970 estreia no Monumental mais uma grandiosa peça com Laura Alves como cabeça de cartaz: «Pobre Milionária". Esta peça serviu novamente para confirmar que Laura Alves era uma exímia actriz de comédia. A sua «milionária» foi um prodígio de técnica, de virtuosismo. Elegantíssima, dominando o texto sempre perfeitamente, sem hesitações, Laura Alves fechava as representações do Monumental em 1970, com chave de ouro.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

ELENCO DE «MULHERES HÁ MUITAS»


Para completar o elenco, surgiam os nomes de Costinha, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Maria Domingas, Camilo de Oliveira, Aida Baptista e Rui Mascarenhas. Mais uma recordação teatral.

"MULHERES HÁ MUITAS" ESTREIA NO VARIEDADES EM 1954



Em 1954 estreava uma nova revista no teatro Variedades intitulada «Mulheres há Muitas». Com textos de Ascenção Barbosa, Aníbal Nazaré e Carlos Lopes, música de João Nobre e Carlos Dias, a revista contava no seu elenco com dois nomes de peso: Laura Alves e Vasco Santana.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

ELENCO DE «O COMPRADOR DE HORAS»


A completar o elenco, surgiam os nomes de Nicolau Breyner, Carlos Queirós, Henrique Viana, Delfina cruz, Carlos José Teixeira, Isabel de Castro,Rolando Alves, Alma Flora, Tomás de Macedo, Luís de Campos, entre muitos outros. Um elenco de primeira.

ELENCO DE «O COMPRADOR DE HORAS»


A liderar o elenco, surgiam três grandes nomes do nosso teatro: laura Alves, Paulo Renato e Rui de Carvalho. A acção era ambientada no Panamá nos anos 20.

"O COMPRADOR DE HORAS" NOVA PEÇA COM LAURA ALVES


Em 1965 estreia uma nova peça no Monumental com a grande actriz que foi laura Alves. Da autoria de Jacques Deval,a peça «O Comprador de Horas», foi dirigida e encenada pelo actor Manuel dos Santos Carvalho.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

EM 1934 ESTREIA A FANTASIA MUSICAL «FIM DO MUNDO»



A 3 de Novembro de 1934, estreava no Coliseu dos Recreios, a grande fantasia musical, intitulada «Fim do Mundo». O elenco era composto pela brasileira Vanise Meireles, Carlos Leal, Ercília Costa,Ema de Oliveira, Elisa de Guisette, Joaquim Prata entre muitos outros. A peça foi um enorme sucesso na época. Mais uma recordação.

domingo, 29 de novembro de 2009

PEÇA «JOÃO NINGUÉM»


Além de Mirita Casimiro, entravam na peça os actores: Leonor D'Eça, Elvira Velez, Tarquinio Vieira, Reginaldo Duarte, Rosina Rego entre muitos outros.

MIRITA CASIMIRO É A INTÉRPRETE PRINCIPAL DA PEÇA «JOÃO NINGUÉM»


Em 10 de Outubro de 1914 nasceu, em Viseu, Maria Zulmira Casimiro de Almeida. O seu pai foi o famoso cavaleiro tauromáquico José Casimiro. Os seus irmãos Manuel e José eram praticantes da mesma arte.
Apesar de ter ficado para a posteridade como a "Maria Papoila", ela foi muito maior nos palcos, onde se estreou profissionalmente em 1935, na revista "Viva a Folia", cantando alguns números e integrada na Companhia de Maria das Neves, no Teatro Maria Vitória.
Já desde miúda que cantava e encantava a família e os amigos. Em Lisboa conquistou o público ao interpretar canções tradicionais da Beira Alta, envergando a capucha castanha, feita de burel, das serranas e exibindo a pronúncia da região de Viseu. No ano seguinte fez um aplaudido travesti na peça "João Ninguém" e rapidamente obteve sucesso em revistas e operetas. Em 1941 casou com Vasco Santana e formou uma dupla de enorme êxito. Alguns anos mais tarde e depois de uma dolorosa e algo escandalosa separação, Mirita, passou a ser mal vista, no meio teatral e a sua carreira começou a desmoronar-se. Em Março de 1956 tentou a sua sorte no Brasil, para onde foi trabalhar e viver, sem grande nota. No ano de 1964 voltou a Portugal para trabalhar no Teatro Experimental de Cascais. Em Janeiro de 1966, inaugurou uma nova fase do seu trabalho, estreou-se em "A Casa de Bernarda Alba", de Frederico Garcia Lorca.
Voltou ao teatro mais popular e apesar de ter participado em vários projectos vocacionados para a fazer brilhar,desde "A Maluquinha de Arroios" em 1966 e "O Comissário de Polícia" em 1968, não conseguiu recuperar o anterior fulgor.
A fatalidade bateu-lhe á porta, em 12 de Novembro de 1968, no Porto onde sofreu um grave acidente de viação. Impossibilitada de voltar ao palco e deprimida acabou por desistir de viver, em 25 de Março de 1970, na sua residência em Cascais.

EM 1936 ESTREIA A COMÉDIA "JOÃO NINGUÉM"


Em 1936, estreava a comédia de sucesso «João Ninguém», da autoria do espanhol Carlos Arniches e adaptada por Alberto Barbosa e José Galhardo. A intérprete principal cabia à actriz Mirita Casimiro.

domingo, 15 de novembro de 2009

CARTAZ DA PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"


"O Aniversário da Tartaruga" era a história tantas vezes repetida e tantas vezes esquecida dos encontros e desencontros de um casal, vivendo apaixonadamente a sua odisseia de amor quotidiana, mas não sendo capaz de fugir aos equívocos e aos excessos que todos os casais são forçados a enfrentar. Ao fim de sete anos de casados, o casal Maria e Lourenço, têm a sua primeira zanga. Entre essa zanga e a tartaruga Caprila (uma tartaruga que acompanha pacatamente a vida desta diminuta familia pacata), estabelece-se imediatamente uma relação, pois é de sete em sete anos que se contam os aniversários das tartarugas. O resto era a peça.

EM 1971 ESTREIA A PEÇA "O ANIVERSÁRIO DA TARTARUGA"


Em 1971, os empresários Vasco Morgado e Raul Solnado - empresários do teatro Villaret - apresentaram nesse teatro, a peça musical intitulada "O Aniversário da Tartaruga", da autoria de Garinei e Giovanni. "O Aniversário da tartaruga" foi um dos maiores êxitos mundiais do teatro musicado. Três anos seguidos num teatro de Madrid, dois em Roma, um em Paris e dois em Buenos Aires, foram a melhor prova de sucesso desta peça.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

INTÉRPRETES DA PEÇA "FLOR DO CACTO"

ELENCO DA PEÇA "FLOR DO CACTO"


No elenco surgiam os nomes de Laura Alves no papel de Estefânia e Paulo Renato no papel de Julião. Para completar apareciam ainda os actores Ângela Ribeiro, Rui Mendes, Alina Vaz, Carlos José Teixeira e Alda Pinto.

"A FLOR DO CACTO" ESTREIA EM 1967


Hoje recordámos mais uma grande peça levada a cabo por Vasco Morgado no Teatro Monumental, "A Flor do Cacto". Peça da autoria de Barillet e Gredy, foi traduzida por Jerónimo Bragança e encenada por Manuel dos Santos Carvalho.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

MARIA DA GRAÇA CANTA "CANTANDO TUDO"



Maria da Graça nasce em 1919 em Lourenço Marques. Bem pequena, vem para Lisboa onde passa a viver. Em 1939 estreia-se na antiga Emissora Nacional. A sua carreira como cançonetista foi fulgurante, sendo interprete principalmente de ritmos brasileiros. Tornou-se na menina bonita da nossa rádio nos anos 40, e como tal a sua popularidade não podia ficar indiferente ao cinema. Por isso em 1942, é convidada por Lopes Ribeiro para o papel de Maria da Graça no filme "O Pátio das Cantigas". O curioso é que nessa altura nunca tinha ido ao Brasil, como a personagem do filme dava a entender. Um ano depois de ter protagonizado o filme "Ladrão Precisa-se!", mais precisamente em 1947, Maria da Graça parte para o Brasil em lua de mel, e aí assina um contrato com a rádio onde permanece por 3 anos. Em 1950 volta a Portugal, mas será por pouco tempo, pois em 1951 regressa ao Brasil onde fixa residência. Abre uma casa típica de nome "Adega de Évora", onde canta todo o seu reportório, nunca deixando de cantar na rádio e mais tarde na televisão. Obtém um sucesso enorme no Brasil, tendo uma legião de fãs não só brasileiros como argentinos, por isso só voltaria a Portugal nos anos 80, onde ainda edita um disco com o nome "Voltei", álbum que contem os êxitos de Maria da Graça dos anos 40. O Estado de Guanabara atribuí-lhe o o titulo de cidadã de Guanabara. Morreria em 1995 em Lisboa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ELENCO DA REVISTA "CHUVA DE MULHERES"

EM 1937 ESTREIA A REVISTA "CHUVA DE MULHERES"


FOTO GENTILMENTE CEDIDA POR MIGUEL VILLA

Em 1937 estreava no Éden Teatro, uma das revistas mais populares e de maior sucesso de sempre. Com um elenco de peso, como Maria das Neves, Álvaro de Almeida, Luísa Durão, Elisa Carreira, Arminda Martins, Herminia Silva, Lina Duval e Eugénio Salvador, o sucesso só podia ser garantido.

domingo, 1 de novembro de 2009

ELENCO DA PEÇA "UM PADRE À ITALIANA"


O Protagonista da peça era o actor cómico Camilo de Oliveira. Numa entrevista da época, Vasco Morgado dizia o seguinte: "Intenções eram as seguintes: colocar um actor de vasta audiência popular como Camilo de Oliveira numa peça que, além das suas potencialidades cómicas, tivesse um pouco mais de significado do que as «camas» nossas de cada dia teatral do ano."
Para completar o elenco, entravam na peça Aida Baptista, Linda Silva, David silva, Luís Filipe, José Bráz e José Carlos. Mais uma recordação.

A PEÇA "UM PADRE À ITALIANA" ESTREIA-SE EM 1973


No verão de 1972, estreava-se no Teatro Benavente de Madrid, a peça "Balada de los tres inocentes", da autoria de Pedro Mário Herrero. A peça teve tal sucesso que se manteve em cena durante toda a época de Inverno. Vasco Morgado, empresário sempre atento, decide escolhê-la para a apresentar em Portugal no Teatro Variedades. Assim em 1973, estreava-se a peça "Um Padre à Italiana", que na realidade era a adaptação da peça espanhola acima citada.

sábado, 31 de outubro de 2009

O TRIO IRMÃS MEIRELES CANTAM "BALADA DE COIMBRA"

Em 1943, por sugestão da poetiza Fernanda de Castro (esposa de Antônio Ferro) as irmãs Cidália; Rosária e Milita, que tinham inclinação para o canto, formaram o Trio Irmãs Meireles. Especializaram-se no folclore português, mas também cantavam fox, canções românticas, boleros e músicas norte-americanas. O trio passou a ser ensaiado e dirigido pelo maestro Tavares Belo, que fez vários arranjos vocais. Cantavam com orquestra e “a capela”, uma técnica inusitada na época.
As irmãs harmonizavam suas vozes, cantando e encantando quem quer que as ouvissem. O sucesso foi fatal. Logo chegaram convites para atuarem na Ilha da Madeira, Açores e Espanha.
As Irmãs Meireles foram formadas pelo Conservatório Nacional de Lisboa em “Arte de Representar”. Neste curso estudaram dança, encenação, arte de dizer, etc. O curso teve a duração de quatro anos. Em 1947 o trio é contratado pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro para uma temporada de três meses, depois seguindo para São Paulo, Porto Alegre e outras cidades brasileiras. Tamanho foi o sucesso que alcançaram, que logo foram contratadas para atuarem na Argentina, Chile e Uruguai.
O trio não se limitou a fazer apenas rádio; mas entraram em vários filmes “Aqui é Portugal” - neste filme elas aparecem em várias cenas, vestindo roupa de várias regiões portuguesa e cantando números folclóricos; “Bola ao centro” e “Amor de Perdição”, onde Cidália era a ‘prima antipática’. Milita e Rosária participaram também da película “O diabo são elas”, rodada em Espanha.
Das irmãs, a que teve mais participações em filmes foi Milita. Actuou em “Um homem às direitas”, “Os vizinhos dos Rés-do-chão”, e a co-produção espanhola, “O Diabo são elas”, do húngaro Ladislau Vadja.

BIOGRAFIA GENTILMENTE CEDIDA POR THAÍS MATARAZZO


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

REVISTA "O PRATO DO DIA"


Em 1970, pelas mãos de Giuseppe Bastos e Vasco Morgado estreava no Maria Vitória a Revista "O Prato do Dia". Os intérpretes eram Eugénio Salvador, José Viana, Aida Baptista, Barroso Lopes, Dora Leal, Victor Mendes e Anita Guerreiro. Os textos eram de Aníbal Nazaré e José Viana e a música de João Nobre e Carlos Dias. Mais uma recordação.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

AMÁLIA CANTA O FADO "EUGÉNIA CÂMARA"

A 26 de Dezembro de 1949, estreava no cinema Tivoli, o novo filme de Leitão de Barros, "Vendaval Maravilhoso". O filme era um co-produção com o Brasil, mas não teve a aceitação esperada. Amália Rodrigues tem neste filme um papel diferente do que costumava interpretar no cinema. Apenas canta um único fado neste filme, intitulado: "Fado Eugénia Câmara", fado que iremos recordar hoje.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PUBLICIDADE À REVISTA "MULHERES À VELA"


Conforme se pode ver neste anúncio, esta Revista foi um autêntico sucesso, um verdadeiro triunfo. Nesta altura ia no quarto mês de exibição sempre com casa cheia.

PUBLICIDADE À REVISTA "MULHERES À VELA"

REVISTA "MULHERES À VELA"


Em 1967 estreava uma nova revista no Teatro ABC, com o titulo "Mulheres à Vela", com Humberto Madeira, Aida Baptista, Ivone Silva, Óscar Acúrcio, Wilma Palmer entre muitos outros. Os textos eram de Paulo da Fonseca, César de Oliveira e Rogério Bracinha. A música era da autoria de João Nobre e João Vasconcelos. Mais uma recordação.

FERNANDA PERES CANTA O FADO "GOSTO DE TI"

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ELENCO DA PEÇA "A PROMESSA"


Ao lado de Laura Alves, José de Castro e Rui de Carvalho, apareciam também Paulo Renato, Maria Cristina, Luís de Campos, Alexandre Vieira, Maria Olguim, Candida Maria entre muitos outros. Mais uma peça a recordar.

LAURA ALVES EM «A PROMESSA»


Em 1967 estreava mais uma peça produzida por Vasco Morgado, da autoria de Bernardo Santareno, intitulada "A Promessa". Peça forte, rude e dura, peça em que os instintos mais primitivos vêm à tona, serviu para mostrar a força dramática do autor e o talento dos intérpretes. No elenco surgiam os nomes sonantes de Laura Alves, Rui de Carvalho e José de Castro nos principais papéis.

domingo, 25 de outubro de 2009

BEATRIZ COSTA E NASCIMENTO FERNANDES CANTAM A "CANÇÃO DO FUTEBOL"

A 1 de Junho de 1936, estreia no cinema Tivoli o filme "O Trevo de Quatro Folhas". O filme contava no seu elenco com Beatriz Costa num duplo papel, de Manuela e Rosita, e o grande actor Nascimento Fernandes, grande nome do nosso teatro, participava tambem o actor brasileiro Procópio Ferreira. O filme era realizado por Chianca de Garcia, baseado na obra de Tomás Ribeiro Colaço. Foi o filme mais caro até à altura, custou a soma astronómica de 4000 contos. Infelizmente este é um dos chamados "filmes perdidos", pois não existe nos nossos dias qualquer cópia ou negativo. "O Trevo de Quatro Folhas" era um filme onde não faltavam canções, até porque naquela época não se compreendia um filme português sem canções. Entre as canções do filme, uma ficou célebre, passando a ser cantada por toda a gente, era "A Canção do Futebol". A canção teve tal sucesso que acabou por ser utilizada numa revista do parque mayer. Hoje iremos recordá-la.

sábado, 24 de outubro de 2009

IRENE CRUZ, HENRIQUE SANTANA E HENRIQUE SANTOS EM "PARIS-HOTEL"



Nesta foto podemos ver a grande revelação desse musical, a então jovem Irene Cruz, aqui ao lado de Henrique Santana e Henrique Santos.

HENRIQUE SANTANA E IRENE ISIDRO EM "PARIS-HOTEL"



Nesta foto podemos ver dois grandes actores do nosso tetaro do século passado, Henrique Santana e Irene Isidro, aqui numa cena desse grande espectáculo que foi "Paris-Hotel".

PUBLICIDADE À PEÇA "PARIS-HOTEL"

"PARIS-HOTEL" UMA SUPER-PRODUÇÃO DE VASCO MORGADO


Em 1965 estreava no Teatro Monumental, pelas mãos do empresário Vasco Morgado, uma verdadeira super-produção para a época, o musical “Paris-Hotel”. Cenários luxuosos, um belo guarda-roupa e um grandioso elenco contribuíram, em muito, para o enorme sucesso desta grande peça teatral. Cerca de 50 actores passavam pelos palcos, sendo o protagonista Henrique Santana. Ao seu lado entravam: Irene Isidro, Costinha, Maria Helena Matos, Henrique Santos, Irene Cruz, Nicolau Breyner, entre muitos outros.

MARIA CLARA CANTA "FIGUEIRA DA FOZ"



Maria Clara, aliás Maria da Conceição Ferreira Machado Vaz de seu nome verdadeiro, nasceu em Lisboa em 1923. A artista iniciou-se no teatro com a opereta "A Costureirinha da Sé" ao lado de António Vilar. Rápidamente torna-se numa das primeiras estrelas da rádio, tendo sido eleita representante portuguesa no Festival Internacional da Rádio, em 1953. Maria Clara gravou inúmeros discos, nos quais imortalizou canções como 'Figueira da Foz', 'Marcha do Outono', 'Ó Zé Aperta o Laço' e 'As Pedras Que Tu Pisas'. Maria Clara passou pela sétima arte, com uma pequena aparição no filme "Três Espelhos", onde aparece a cantar um belo fado.
Maria Clara, de 85 anos, foi casada com professor e médico Júlio Machado de Sousa Vaz com quem teve um filho, o psicólogo Júlio Machado Vaz.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A PEÇA "FORJA" ESTREIA EM 1970 NO TEATRO LAURA ALVES



Em 1970 estreava no Teatro laura Alves uma peça original da autoria de Alves Redol intitulada "Forja". Peça com uma forte carga dramática era servida por um naipe de excelentes actores, tais como: Carmen Dolores, Jacinto Ramos, Sinde Filipe e vários outros. Espectáculo de Vasco Mordado, esta peça levou na sua época muitas pessoas ao Teatro Laura Alves.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ELENCO FEMININO DA REVISTA "VIRA O DISCO"

ELENCO DA REVISTA "VIRA O DISCO"


No elenco desta revista apareciam: Carlos Alves e Álvaro Pereira, dois grandes nomes do nosso teatro ligeiro. E do lado feminino Aida Baptista, Deolinda Rodrigues, Maria de Fátima Bravo e Antónia Montes. Este grande elenco era meio caminho para o sucesso da revista.

REVISTA «VIRA O DISCO»


Em 1958 estreava nos palcos do teatro ABC a nova revista intitulada "Vira o Disco". Os textos eram de dois autores consagrados, Eduardo Damas e Paulo da Fonseca. As músicas eram da autoria de Manuel Paião e Jaime Mendes.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

CELESTE RODRIGUES CANTA «PODE SER MENTIRA»



Maria Celeste Rebordão Rodrigues, celebrizada como Celeste Rodrigues (Fundão, 14 de Março de 1923) é uma fadista portuguesa, irmã mais nova de Amália Rodrigues.

Começou a cantar naturalmente na infância, tal como fazia a irmã. Porém,seguiram caminhos diferentes no fado. Profissionalmente, começa a cantar no Casablanca, em 1951 e, desde então, vive como fadista nos bairros típicos de Lisboa. É hoje uma referência do fado castiço, ao contrário da irmã, apogeu do fado moderno, e é uma das fadistas mais antigas ainda activas, assim como Argentina Santos e Maria Amélia Proença.
Com 25 anos, casa com Varela Silva, actor português. Teve aos 17 anos, no entanto, um romance com o toureiro Zé Casimiro. Abrem prontamente uma casa de fados na Rua das Taipas: A Viela. Todavia, esta fechou as suas portas, e Celeste passou então a cantar na Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos.
Depois da Revolução dos Cravos, emigra para o Canadá, onde se divorciou do marido que lhe dera duas filhas.
Trabalhou diversas vezes com jovens artistas, alguns já com renome internacional, como Luís Guerreiro, hoje guitarrista de Mariza, e Luís Varatojo. Embora sem discografia intensa, gravou alguns êxitos como Lenda das Algas, Já é tarde e o simbólico Fado Celeste. O papel de Celeste Rodrigues no musical de Filipe Lá Féria, Amália, foi interpretado pela actriz Paula Marcelo.
Junto com outros expoentes do fado de Lisboa, foi convidada por Ricardo Pais a cantar no palco do Teatro Nacional São Carlos, no espectaculo Cabelo branco é saudade. Entre as mais célebres salas em que já actuou encontram-se a Citè de la Musique, Paris, o Auditório de Roma e a Casa da Música, no Porto.
Em 2007 integra a colectânea de fado Eles e elas, da Som Livre, entre outros grandes nomes do fado como Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Mariza, Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo ou Fernando Maurício, com o fado Fado das Queixas. O disco esteve várias semanas no top nacional de colectâneas.
O seu último trabalho discografico a ser lançado foi o CD Fado Celeste.

(FINTE WIKIPÉDIA)

domingo, 18 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

ELENCO DA REVISTA "CASA DA SORTE"

REVISTA "CASA DA SORTE"


Em 1957 estreava nos palcos do Teatro ABC, a nova revista intitulada "Casa da Sorte", da autoria de Aníbal Nazaré e Carlos Lopes. Mais uma vez o êxito. O elenco era de primeira linha: a grande Herminia Silva ao lado de Álvaro Pereira, Leónia Mendes, José Viana e Carlos Coelho. Eram outros tempos...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

FERNANDA PERES CANTA O FADO "GOSTO DE UM MARINHEIRO"



Fernanda Peres foi uma das mais consagradas fadistas nacionais, muito popular na década de 50 e 60. Nasceu a 13 de Março de 1934 no Bairro Alto, Lisboa.
Começou a cantar desde muito jovem, com apenas 10 anos e ficou conhecida como a Miúda do Bairro Alto.
Aos 17 anos venceu o Concurso Nacional das Jovens Fadistas da Emissora Nacional que de imediato a contratou. Dona de uma excelente voz e de uma bela presença fisica estreou-se em 1952 no filme "Eram 200 Irmãos" ao lado de outros conhecidos actores como Vasco Santana, Rui de Carvalho e Humberto Madeira. Para esse filme estreou dois fados de grande sucesso da autoria de José Galhardo e Frederico Valério "Eu Gosto Dum Marinheiro" e "Eu Gosto De Ti".
A partir de 1956 começou a aparecer nos programas experimentais da RTP transmitidos em directo da Feira Popular.
Participou em 1957 no Festival da Canção Latina em génova com um êxito do seu reportório "Nem Ás Paredes Confesso".
Muito solicitada para espectáculos ao vivo por todo o país, actuou ainda nas antigas colónias portuguesas em África, nos Açores e na Madeira.
Em 1967 no auge da carreira decidiu pôr fim à vida artistica, apenas regressando em meados dos setenta para regravar os seus maiores sucessos a convite da Editora Riso e Ritmo. Neste disco tem a participação nas guitarras de Jaime Santos, nas violas de J.Santos Júnior e na direcção de orquestra de Manuel Viegas. Um singelo registo para a posteridade.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ELENCO DA REVISTA "SOL E DÓ"

REVISTA "SOL E DÓ"


Em 1962 estreava nos palcos do Maria Vitória a revista «Sol e Dó», da autoria de José Galhardo e João Nobre.Como atração principal surgia a grande actriz Brasileira Eva Todor, ao lado da sua compatriota Maria Helana. O elenco era de peso, como se costumava dizer: Humberto Madeira,Raul Solnado, Emílio Correia e Florbela Queirós.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

TEATRO DE REVISTA


A partir de hoje, irei alternar entre videos de músicas antigas com recordações de teatro. Nomeadamente irei aqui recordar algumas das peças que fizeram história no teatro de revista ou no teatro declamado.
Aguardem.

domingo, 11 de outubro de 2009

sábado, 10 de outubro de 2009

MILÚ CANTA «BOA NOITE LISBOA»



ALGUMAS FOTOS FORAM GENTILMENTE CEDIDAS POR MIGUEL VILLA

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

LAURA ALVES CANTA «FADO DE AGORA»



FADO GENTILMENTE CEDIDO POR MIGUEL VILLA

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

MARIA PAULA E OLIVEIRA MARTINS CANTAM AO DESAFIO


Uma bela canção extraídado filme "As Pupilas do Sr. Reitor, de 1935.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

BEATRIZ COSTA CANTA «ARRE BURRO»



Algumas fotos são do espólio de Miguel Villa.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

MARIA DOMINGAS CANTA A «CANÇÃO DOS NINHOS»


Uma bela canção extraída do filme «João Ratão» de 1940, e cantada pela actriz maria Domingas.

IRMÃS MEIRELES CANTAM "JOSEZITO"


Mais uma linda canção interpretada pelo trio das Irmãs Meireles, que fizeram furor nos anos 40.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

FERNANDA BAPTISTA E ANITA GUERREIRO CANTAM "DUAS MULHERES, O MESMO FADO"

~

Um belo fado cantado por duas grandes fadistas: Fernanda Baptista e Anita Guerreiro. As fotos foram gentilmence cedidas por Miguel Villa.Dedico este video à filha da Fernanda e à Anita Guerreiro.

FERNANDA

A HISTÓRIA DO MEU AMOR
A BEM POUCO SE RESUME
UM TERNO OLHAR,UMA FLOR
UMA LAREIRA ARDER,CIUME
UM RESTO QUE FOI A VIDA,PASSADO,ILUSÃO,MAIS NADA
E NESSE SONHO ENVOLVIDA
JÁ LOUCA E PERDIDA
EU FUI ARRASTADA
Á LUZ SOMBRIA,DUMA LANTERNA ENCARNADA
CRUZEI UM DIA A PORTA DAQUELA ESCADA
PERDEU-ME ESSA PAIXÃO E TODO O CORAÇAO
MAS DESSE AMOR EM BREVE RETARDOU
DESDE DESSA HORA,NAO MAIS O VI
FOI-SE EMBORA E EU FIQUEI A ONDE ESTOU

ANITA

A HISTÓRIA DO MEU AMOR
NASCEU DUM OLHAR ARDENTE
UM BREVE AROMA DE FLOR
E UM TERNO BEIJO SOMENTE
FOI UMA ILUSÃO DE UM DIA
PROMESSA DE TAL VENTURA
QUE NEM SEQUER PERCEBIA QUE EU PROPRIA CORRIA
PRA MINHA AMARGURA
Á LUZ SUMIDA
DUMA LANTERNA ENCARNADA
DESCI VENCIDA OS DEGRAUS DAQUELA ESCADA
AQUELE AMOR FATAL
MENTIA-ME E AFINAL
QUANDO ELE O CORAÇAO ME DESTROÇOU
DESDE ESSA HORA NÃO MAIS O VI FOI-SE EMBORA E EU FIQUEI ONDE ESTOU


AS DUAS

O MESMO FADO
NOVELA DE AMOR MALDITO
TRISTE E CHORADO
NO MESMO LIVRO FOI ESCRITO
AQUELE QUE O CONCEBEU
FOI O MESMO QUE ESCREVEU
AO MESMO AMOR FATAL NOS ATIROU
MALDITO FADO
O MESMO ENRREDO E PECADO
NOS PERDEU E JUNTOU

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

TOMÁS ALCAIDE CANTA "O AMOR É CEGO E VÊ"



O grande tenor português Tomás Alcaide surge numa cena do filme «Bocage», de Leitão de Barros, cantando uma bela canção de amor, «O Amor é Cego e Vê».

terça-feira, 22 de setembro de 2009

IRMÃS REMARTINEZ CANTAM "VIRA VIRADINHO"



Mais uma preciosidade, um video dedicado às Irmãs Remartinez, duo que fez bastante furor nos anos quarenta em Portugal.

sábado, 19 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

MARIA DA GRAÇA CANTA A CANÇÃO "ROSMANINHO"



Uma linda canção intitulada «Rosmaninho», interpretada pela cançonetista portuguesa Maria da Graça, que ficou popularizada pelo seu papel no filme «O Pátio das Cantigas».

CARLOS RAMOS CANTA "SEMPRE QUE LISBOA CANTA"

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

IRMÃS MEIRELES CANTAM "PARDALITO QUE SALTITAS"

DINA TEREZA CANTA "VELHO FADO DA SEVERA"


Dina Tereza canta o «Velho Fado da Severa", fado extraído do filme «A Severa» de Leitão de Barros em 1931. Uma oportunidade rara de escutar a voz da actriz e fadista Dina Tereza.

domingo, 13 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ALBERTO RIBEIRO CANTA «MARIA SEVERA»



Alberto Ribeiro canta o lindo fado «Maria Severa», fado extraído da opereta "Colete Encarnado".

sábado, 5 de setembro de 2009

ROSÁRIA MEIRELES NUMA GRAVAÇÃO FEITA NO BRASIL



DEDICO ESTE VIDEO A: THAÍS MATARAZZO E MIGUEL VILLA

AGRADEÇO AO BLOGUE:
http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/

CIDÁLIA MEIRELES CANTA «CANÇÃO DO MAR»


Recordemos hoje a bela voz de Cidália Meireles, que neste video canta-nos o belo fado «Canção do Mar».

DEDICO ESTE VIDEO A: THAÍS MATARAZZO E MIGUEL VILLA

AGRADEÇO AO BLOGUE: http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/

AMÁLIA RODRIGUES - O ÚLTIMO ACTO


Com a década de 90 chega a consagração de Amália. Ainda surge esporadicamente ao vivo, mas passa a ser constantemente requisitada para entrevistas, homenagens, apresentações na televisão, usufruindo do seu estatuto de verdadeira lenda viva da música nacional. A sua obra gravada é sistematicamente relançada, mas os dois discos de material novo lançados na década -- "Obsessão" e "Segredo" -- recolhem gravações de arquivo até aí inéditas.
Amália vem a falecer em Outubro de 1999, mas deixa connosco a sua música e a sua voz gravada em dezenas de discos que perpetuam a sua memória tornando-a numa autentica lenda viva portuguesa.

FIM

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

AMÁLIA E OS ANOS 80


Em 1980, Amália edita o disco “Gostava de ser quem era”, o seu primeiro álbum de material inédito em três anos, composto por dez fados originais com letras da própria Amália, escritas em sua casa durante a convalescência de uma doença.

Durante anos, Amália pensa que vai morrer vitima de uma doença que considera mortal e que de todos esconde. Nesse período de profunda tristeza, Amália grava dois discos inteiramente com versos seus, "Gostava de Ser Quem Era" e "Lágrima".
Em 1980 recebe do Presidente da Republica a condecoração de grande oficial da ordem do infante D. Henrique. Logo em seguida é homenageada pela Câmara de Lisboa.
Em 1989, comemorando os 50 anos de carreira de Amália, a EMI-Valentim de Carvalho edita “Amália 50 anos”, uma colecção de oito duplos-álbuns ou CD´s temáticos agrupando muitas das gravações de Amália para a companhia, entre os quais várias raridades e gravações inéditas.

CONTINUA...

AMÁLIA E A CONSAGRAÇÃO


A 25 de Abril de 1974, dá-se a revolução em Portugal que derruba o regime fascista. Amália, devido a um contrato que tinha para actuar na televisão espanhola, parte para Madrid no dia seguinte. Em Lisboa, a grande popularidade internacional de Amália fez com que, de imediato circulem boatos de que Amália tinha estado ligada ao regime deposto. estes boatos, irão afetar grandemente a sensibilidade de Amália. Mas a sua carreira estava londe de terminar. Apesar dos boatos, Amália aparece pouco depois no Coliseu, onde 5 mil pessoas a aplaudem de pé, provando que o seu público nunca a abandonou. A partir dessa altura, faz as mais longas tournées por Portugal, e o seu sucesso internacional continua a aumentar, fazendo espectáculos por todo mundo.
CONTINUA...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

AMÁLIA NO JAPÃO


Em inícios da década de 1970, Amália canta pela primeira vez no Japão, na cidade de Tokyo. E até mesmo este país, apesar de tão longínquo e com uma cultura tão diferente, se rende ao fascínio de Amália . O sucesso é tal que Amália faz várias tournées pelo Japão, visitando outras cidades. Todos os seus discos são editados nesse país. E todos os seus espectáculos nesse país vão se encontrar sempre completamente esgotados.
Em 1972 no Brasil, estreia-se no Canecão do Rio de Janeiro "Um Amor de Amália", onde pela primeira vez, num espectáculo organizado, Amália canta e conta histórias da sua vida.

CONTINUA...

AMÁLIA E OS ANOS 70


Em 1970, Amália atinge o auge da sua carreira discográfica em "Com que Voz" onde, sempre com música de Alain Oulman, canta alguns dos maiores poetas da língua portuguesa. Este disco conquista para Amália os mais importantes prémios da indústria discográfica: IX Prémio da Critica Discográfica Italiana (1971), o Grande Prémio da Cidade de Paris e o Grande Prémio do Disco de Paris (1975). Em Janeiro de 1970, Amália parte para Roma para actuar no Teatro Sistina em Roma. O sucesso foi tal que o fenómeno "Amália" se espalha por Itália.

CONTINUA...

domingo, 30 de agosto de 2009

AMÁLIA EM "AS ILHAS ENCANTADAS"


Em 1965, Amália atinge a sua melhor interpretação no cinema em "As Ilhas Encantadas" do estreante Carlos Vilardebó, baseado numa novela de Herman Melville. Neste filme, diferente de todos os outros da sua carreira, Amália pela primeira vez não canta. Amália volta a receber o prémio de melhor actriz com "As Ilhas Encantadas" e no ano seguinte aparece no filme francês "Via Macau". Mas este filme, é uma autentico fracasso de publico em Portugal.

CONTINUA...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

AMÁLIA EM «FADO CORRIDO»


Em 1964 chega aos cinemas o novo filme de Jorge Brum do Canto «Fado Corrido», que era uma adaptação de um conto de David Mourão Ferreira. Neste novo filme, Amália interpreta mais uma vez o papel de uma fadista, surgindo agora num registo mais maduro, espelho da maturidade profissional que foi adquirindo ao longo dos anos. Nesta altura, já Amália era uma vedeta internacional.

CONTINUA...