quarta-feira, 12 de novembro de 2008

MILÚ NO TEATRO


Em 1953 integra a revista "Agora é que são Elas", que devido ao seu sucesso, acaba por ser filmada e estreada no cinema no ano seguinte. Em 1956, surge duplamente no teatro e no cinema, no teatro aparece na revista "Não Faças Ondas" onde cria o grande sucesso que foi a canção "Lisboa à Noite", e no cinema surge no filme de Manuel Guimarães "Vidas Sem Rumo". Ainda em 1953, aparece numa peça com uma forte componente dramática, a peça "A Irmã S. Sulpicio",estreada no teatro Apolo, ao lado do mestre Alves da Cunha, Fernando Curado Ribeiro, Berta de Bívar, Carlos Coelho, Raúl Solnado, Maria Bastos entre muitos outros. Em 1957 volta ao cinema na comédia romântica "Dois Dias no Paraíso".

CONTINUA...

2 comentários:

isto é espetaculo disse...

A MILÚ NAO FOI SÓ A INGÉNUA DOS FILMES,OU MESMO A CANASTRONA COMO UM DIA ESCREVERAM NUM LOG QUE EU FIZ,A MULÚ FOI UM POÇO DE TALENTO ,ISSO SIM....
SAO POUCOS OS QUE SE RECORDAM DESTE GRANDE SUCESSO DRAMATICO QUE HOJE NOS FALAS,ASSIM COMO JA ESQUECERAM ESTRONDOSO EXITO QUE FOI EM " CASA DAS CABRAS" OU " GIGI" POR SER TAO BONITA E COM TANTO TALENTO QUER PARA O CINEMA,TEATRO E MESMO COMO CANTORA LHE FIZERAM MUITAS VEZES A VIDA NEGRA.....SEI DE TANTAS HISTORIAS QUE ME FORAM CONTADAS POR ELA......ABRAÇO

Bárbara Barbosa disse...

Com esta foto desmoronei por completo