Sexta-feira, 29 de Abril de 2011

Segunda-feira, 25 de Abril de 2011

ESTÊVÃO AMARANTE E MARIA SANTOS CANTAM «SR. DE MATOSINHOS»

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TRIBUTO A ESTÊVÃO AMARANTE - PARTE FINAL


Depois disso, Amarante regressa à revista, embora sem a glória de outrora, sendo as revistas de maior sucesso: "De Fora dos Eixos", em 1943, onde canta o célebre "Fado do Marialva"; a revista "A Canção Nacional", em 1944 ao lado de Hermínia Silva. Em 1944, canta o seu ultimo grande êxito, a célebre canção: "A sorte só favorece quem, na vida uma boa estrela tem", na opereta "O Zé do Telhado", ao lado da jovem Laura Alves. Em 18 de Abril de 1950, comemorou-se no cine-teatro S. Luís, os 50 anos de carreira teatral de Estêvão Amarante. Em 1951, Estêvão Amarante aparece nas telas de cinema no filme "Madragoa", e ainda parta para o Porto, para uma nova revista, mas uma morte súbita o afastará para sempre de todos nós.

FIM

TRIBUTO A ESTÊVÃO AMARANTE - PARTE 4


No ano seguinte, parte para Paris, para filmar para Paramount, ao lado de Beatriz Costa, a versão portuguesa do filme "A Minha Noite de Núpcias". Voltaria ao cinema mais 6 vezes.
A sua separação e ruptura com Satanela, em 1930, constitui um escândalo na altura, que leva Amarante a ausentar-se durante cerca de dois anos. Regressa em 1933, ao lado de Ilda Stichini, na peça "Uma Para Três". Protagoniza em 1937, com grande sucesso, a opereta "Bocage" ao lado daquela que se tornaria sua mulher, a actriz Maria Paula. Com o início da década de quarenta, Amarante tenta o teatro declamado, ingressando na companhia "Rey Colaço/Robles Monteiro", onde permanece durante duas temporadas, 1940 e 1941.

CONTINUA...

TRIBUTO A ESTÊVÃO AMARANTE - PARTE 3


Em colaboração com a actriz Luísa Satanela, com quem mais tarde fundou a companhia Satanela/Amarante, pôs em cena alguns dos melhores espectáculos de teatro ligeiro, entre 1918 e 1931, nomeadamente: as operetas "João Ratão", "Miss Diabo", "A Pérola Negra" e "Pão-de-Ló". Abordou com igual êxito o teatro declamado tendo participado nas peças "O Padre-Cura" (1933) e "Uma para Três" (1933), entre outras. Mas será no teatro de revista, que Amarante triunfará, como é o exemplo da revista "Água-Pé", que esteve mais de um ano em cena, tal foi o seu sucesso. Era notável na composição de figuras populares, que atingiram enorme popularidade junto do público da época. No cinema, Amarante estreia-se em 1930, no filme de Leitão de Barros "Lisboa, Crónica Anedótica".

CONTINUA...